Módulo 3 · na prática
Um editor de imagens no estilo Photoshop, dentro do navegador. Camadas, curvas, histograma ao vivo, corte com grade dos terços, pincel, clarear e queimar — e nada sai do seu aparelho: a foto nunca é enviada para lugar nenhum.
Arraste um arquivo aqui, escolha do seu aparelho ou use uma das fotos de exemplo do curso.
Funciona com JPG, PNG, WebP, HEIC (se o navegador abrir) e GIF. Em RAW (NEF, CR2, ARW…) o navegador não revela o negativo digital: o FotoLab abre a maior prévia JPEG que a câmera gravou dentro do arquivo — e avisa o tamanho dela. Se sair pequena, exporte um JPG/TIFF pelo Lightroom ou pelo programa da câmera.
São imagens do próprio site (domínio público, Creative Commons ou material do curso). Ótimas para treinar sem gastar dados do celular.
As fotos dos exercícios estão numa pasta da turma. Digite a senha que o instrutor passou.
As fotos ficam numa pasta do Google Drive do curso. O FotoLab só lê essa pasta e baixa a foto que você clicar — em resolução total, direto do Google para o seu navegador. A edição acontece só no seu aparelho: nada volta para o Drive e nada é enviado para este site. Para guardar o resultado, use “Salvar imagem”.
A pasta precisa estar compartilhada como “qualquer pessoa com o link” (no Drive: botão Compartilhar → Acesso geral). O FotoLab só lê a pasta e baixa a foto que você clicar — em resolução total, direto do Google para o seu navegador. Nada volta para o Drive e nada é enviado para este site: a edição continua acontecendo só no seu aparelho. Para salvar, use “Salvar imagem” e depois envie o arquivo ao Drive por conta própria.
Em tamanho real, uma foto de celular (12 MP) leva alguns segundos para ser revelada — é a conta de milhões de pixels acontecendo no seu aparelho. Para publicar, 2048 px já é mais do que suficiente.
JPG comprime jogando fora detalhe — ótimo para publicar, ruim para reeditar várias vezes. PNG guarda tudo (e a transparência), mas o arquivo fica pesado. Quer continuar editando depois? Use 💾 Projeto, que preserva as camadas.
Ordem que funciona: exposição → brancos e pretos → contraste → altas luzes e sombras. Só depois mexa na cor. Olhe o histograma: se o gráfico encosta na parede da direita, você perdeu detalhe no claro para sempre.
No laboratório, o fotógrafo tapava parte do papel com a mão para clarear (dodge) ou dava mais luz para escurecer (burn). Aqui é o mesmo: pincel de Clarear no rosto, Queimar nos cantos, e o olhar de quem vê vai para onde você quer.
Clique no céu e o editor seleciona só o céu. A tolerância diz quanta diferença de cor ainda conta como "parecido". Depois é sua escolha: Ajustar só aqui (os controles passam a valer dentro da seleção) ou Nova camada (a parte selecionada vira uma folha por cima, com vida própria).
Salvar imagem gera o JPG/PNG pronto. Projeto guarda as camadas e os ajustes para continuar depois — é o papel do arquivo .psd do Photoshop. O editor também guarda sozinho a sua última sessão neste navegador.
Dica: zerou tudo sem querer? Ctrl+Z desfaz até 40 passos. E a tecla \ mostra o antes enquanto você segura.
Todo o processamento acontece no seu próprio aparelho, dentro do navegador — nenhuma imagem é enviada para servidor nenhum. Por isso o editor funciona até sem internet depois que a página carregou.